Instagram vai morrer? Segue o diagnóstico

Instagram vai morrer? Segue o diagnóstico

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O Instagram está entre as redes sociais mais populares do mundo. No ano de 2020, a plataforma completou 10 anos de existência com cerca de 1 bilhão de usuários ativos por mês.

Porém, a rede social favorita dos Millennials, ou seja, pessoas nascidas entre 1980 e 2000, está perdendo popularidade entre os mais novos. E o que Mark Zukemberg e sua equipe estão fazendo para virar o jogo? Preparamos um podcast especial para você entender esse cenário.

No episódio #15 do Cubo verde, conversamos sobre a trajetória do Instagram, desde 2010, pontuando as mudança e tendências para o futuro. Continue a leitura e confira uma prévia do que você vai escutar no #EP15

Reels e Tik Tok

Com certeza, essa foi a principal polêmica dos últimos tempos e o motivo para questionarmos se o Instagram vai morrer. Já fez a sua aposta?

O Tik Tok fez aquilo que o Snapchat tentou, mas não conseguiu: arrebatou os adolescentes e deixou Mark Zukemberg comendo poeira.

Quem tem irmão, filho, sobrinho ou primo pequeno sabe o sucesso do Tik Tok, antes Musically, entre os mais jovens. A facilidade de criação de conteúdo, a rapidez do humor e o senso de comunidade abraça quem passa pela etapa mais maluca da vida.

Mas o Instagram já contra-atacou! Assim como fez com a criação da ferramenta “Story”, cópia do Snap, o Instagram já lançou uma função “similar”, para não dizer igual, a principal função do concorrente. Assim, o Tik Tok inspirou a criação do Reels, a aposta do Instagram para o formato preferido dos jovens.

O que esperar para o futuro do Instagram

Além do lançamento do Reels, o Instagram prepara novas mudanças para a ferramenta. Algumas delas são: compartilhamento de Tweets no Stories, compras diretamente na plataforma, pesquisa de Palavras-Chave, planejamento de conteúdo no APP, timer nos Stories e indicação de Reels no Facebook.

No episódio do podcast comentamos cada uma dessas mudanças, seus impactos para a experiência dos usuários e para o futuro da rede social.

Além disso, também traçamos uma linha do tempo comentando as principais mudanças da plataforma desde 2010, ano de sua criação. Assim, você confere a transformação de uma rede social em que uma imagem falava mais que mil palavras para uma miscelânea multimídia. 

E não foi só a inclusão de novas ferramentas que mudou a plataforma. Lembra que o o feed já foi cronológico? Atualmente, o feed é aleatório, incluindo sugestões de amizades e publicações de pessoas desconhecidas. Isso é reflexo da ferramenta “Explorar” e do código atual do Insta. 

Afinal, qual o futuro da rede social que tanto causou na última década? O Instagram é o novo Facebook? 

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